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Acha que ser feminista é radical? Espere só até não ter mais direitos básicos

  • Foto do escritor: Nathália
    Nathália
  • há 5 dias
  • 1 min de leitura

Durante muito tempo, mulheres não podiam votar, trabalhar sem autorização do marido, ter uma conta bancária própria ou decidir sobre o próprio corpo. Esses direitos, que hoje parecem simples, foram conquistados com luta, dor, resistência e coragem.

O feminismo nunca foi sobre odiar homens ou criar rivalidade entre gêneros. Ele nasceu da necessidade de existir com dignidade. De ser reconhecida como cidadã. De ser vista como ser humano completo.

imagem com três dados brancos em um fundo amarelo. Os dados possuem as imagens do "feminino", "igual" "diferente" e "masculino".

Graças a mulheres como Bertha Lutz, que lutou pelo voto feminino no Brasil, Simone de Beauvoir, que questionou os papéis impostos às mulheres, Rosa Parks, que enfrentou o racismo e a segregação, Malala, que defendeu o direito à educação, e Maria da Penha, que transformou sua dor em uma lei que protege milhões, hoje temos acesso ao mínimo: voz, escolha e liberdade.

O feminismo permitiu que mulheres estudassem, trabalhassem, empreendessem, votassem, se divorciassem, ocupassem cargos de liderança e falassem publicamente sem serem silenciadas.

Quando alguém diz que o feminismo é radical, geralmente esquece que o verdadeiro radicalismo é retirar direitos. É normalizar a violência. É silenciar histórias.

O feminismo não quer privilégios. Ele quer igualdade. Não quer guerra. Quer respeito. Não quer domínio. Quer liberdade. E enquanto existirem mulheres sem acesso à educação, segurança, saúde e autonomia, o feminismo continuará sendo necessário.


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Nathália

Jornalista, nascida em 1994 e apaixonada por História. Minha missão é fazer com que você conheça alguma mulher incrível todos os dias. Bora?

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